Quinta-feira, 5 de Julho de 2012

Nojo!

Requereu a admissão à Lusófona em 2006.
Licenciou-se em Ciência Política e Relações Internacionais em Outubro de 2007, com 11.
Inscreveu-se pela primeira vez no ensino superior em 1984, no curso de Direito da Universidade Livre.
Em 1985 concluiu, após oral, a disciplina de Ciência Política e Direito Constitucional, com 10.
Em Setembro desse ano pediu transferência para o curso de História. Matriculou-se em sete disciplinas, mas não fez nenhuma.
Quando foi eleito pela primeira vez deputado, em 1985, escreveu na alínea das habilitações literárias: “Estudante universitário, 2.º ano de Direito”.
Repetiu a mentira em 1987.
Em 1995/96 pediu reingresso na Lusíada para o curso de Relações Internacionais. Não frequentou nenhuma cadeira.

Bolonha tem as costas largas...

Há uns anos, quando era secretário de Estado, prometeu à então bastonária da Ordem dos Arquitectos um bom subsídio de formação para a ordem... se esta aceitasse que fosse a empresa de um amigo a dar essa formação.
Ultimamente esteve envolvido em casos mal explicados envolvendo secretas, investigações e ameaças a jornalistas.
Hoje é ministro e parece que está rico.
O amigo das formações é primeiro-ministro e parece que (ainda) não está rico.
O anterior primeiro-ministro vive à grande em Paris, dos rendimentos conseguidos quando (des)governava.
Licenciou-se num domingo.
Recebeu um balúrdio para permitir a construção de uma grande superfície comercial num espaço em que isso não era permitido.
Tem milhões em offshores.
Os estudos que permitiram calcular as indemnizações a pagar por parte do Estado às concessionárias das ex-SCUT foram encomendados a técnicos altamente qualificados (mas tão modestos que preferem ficar no anonimato).
Estes cientistas aplicaram rigorosas fórmulas matemáticas para calcular o número de utentes dessas vias.
Nomeadamente a táctica fórmula do quadrado.
Contaram o número de carros que lá passavam e multiplicaram-no por si mesmo.
Se houver uma investigação ('tá-se mesmo a ver), a mulher da limpeza é que se vai lixar.
Os roubos do BPP e do BPN caminham a passos largos para a prescrição.
E ainda há quem esteja convencido que Portugal está falido porque os portugueses são uns calaceiros...

publicado por Mário Pereira às 10:39
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