Segunda-feira, 27 de Agosto de 2012

"Quando o PS for Governo existirá serviço público de televisão"

A afirmação é de António José Seguro:

http://expresso.sapo.pt/quando-o-ps-for-governo-existira-servico-publico-de-televisao=f749054

 

Promessas leva-as o vento… muito mais se se tratar de promessas de políticos mentirosos, passe o pleonasmo.

Senão, vejamos:

 

Best of Passos Coelho:

http://www.youtube.com/watch?v=gNu5BBAdQec&feature=youtu.be

 

Best of Sócrates:

http://www.youtube.com/watch?v=BDwSzZAYRMU&feature=player_embedded#!

 

Cavaco e o BPN:

http://www.youtube.com/watch?v=PU7Aajs3sTQ&feature=related

 

É falsa a ideia de que as empresas públicas não podem ser bem geridas. No geral, claro, porque em Portugal, com a cor política, a cunha e o compadrio a sobreporem-se à competência e sem responsabilização pelos resultados, nada mudará.

A RTP sofreu nos últimos anos grandes cortes, a par com grandes transferências do OE para liquidar o seu passivo. Agora, que aparentemente entrou na linha, era só continuar. No fundo, exactamente a mesma coisa que se pretende fazer com o País.

Portugal precisa de uma televisão pública em condições. Com programação de qualidade, sem concursos da treta, nem telenovelas, nem futebol, com séries de ficção nacional, documentários e informação de qualidade. Isso é possível e desejável (basta ver o exemplo da BBC) e não obriga a um aumento de custos, pelo contrário.

Essa televisão poderia e deveria continuar a ser paga com a taxa do audiovisual (2,25 € por factura de electricidade), sem publicidade e sem "estrelas" com salários de luxo.

Os respectivos administradores, nesta e em todas as outras empresas públicas (e nos governos…) seriam RESPONSABILIZADOS pelos resultados da sua gestão.

A solução para a RTP não pode nunca ser a sua entrega a privados, acompanhada dos 140 milhões € da taxa que todos pagamos. Isso é que não, porque não passa de mais uma PPP.

É tempo, de uma vez por todas, de parar com estas negociatas que só favorecem os privados, à custa de todos nós.

Já agora, o que o PSD prometeu no seu programa eleitoral relativamente à RTP foi:

«… Ir‐se‐á proceder à alienação ao sector privado de um dos canais públicos comerciais actuais. Quanto ao outro canal, hoje comercial, ficará na esfera pública e será essencialmente orientado para um novo conceito de serviço público.»

Apenas mais uma aldrabice para o rol das promessas não cumpridas.

O mesmo sucederá com o Seguro, quando (e se) for primeiro-ministro…

publicado por Mário Pereira às 13:55
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