Terça-feira, 12 de Junho de 2012

As crianças, os jovens e os outros...

A propósito da preocupação que a "humanista" e "grande pagadora de impostos" Lagarde manifestou relativamente às criancinhas africanas, tem havido quem tenha tentado aproveitar - e bem! - para tentar trazer à baila o tema da miséria africana.

Uns pelo drama em si, outros para recordarem mais uma vez o nosso grande desígnio: o mar.

Ah, o mar - ultimamente tão falado por quem noutros tempos o desprezou -, com os seus enormes recursos e como via de comunicação com outros continentes e com os respectivos povos, especialmente com os nossos irmãos lusófonos...

Mas deixando a questão da nossa situação estratégica para outras núpcias, concentremo-nos por ora na miséria que tanta gente sofre neste desgraçado mundo.

Na verdade, em termos práticos, não me parece que alguma vez tenha existido grande interesse por esse tema.

Quanto ao interesse mediático, isso já é outra história.

Mas a atenção do público é o que é, não se consegue debruçar muito tempo sobre nenhum assunto.

A não ser, talvez, sobre telenovelas, concursos televisivos ou competições futebolísticas.

Estamos portanto numa fase em que, por uma questão de (fora de) moda, mas principalmente porque nós próprios vivemos uma crise bastante acentuada, Portugal e a Europa estão mais preocupados consigo próprios do que com a África.

(Até porque, se é verdade que a África, a América Latina e a Ásia têm miséria demais, não é menos verdade que o "ocidente" também tem milhões de cidadãos a viver em condições extremamente precárias.)

Esta crise que Portugal, os países periféricos e a UE, no seu conjunto, vivem até é, numa certa perspectiva, saudável, porque vista à distância trata-se aparentemente de os chamados "países ricos" deixarem de viver acima das suas possibilidades, baixando o nível de vida exageradamente elevado de que têm desfrutado para patamares mais sustentáveis, ao mesmo tempo que os países "emergentes" vão subindo o seu próprio nível de vida, diminuindo assim as enormes desigualdades que ainda nos separam.

Esse nivelamento, se existisse, até seria desejável, uma vez que é profundamente imoral uma minoria de seres humanos "predarem" a maioria dos recursos do Planeta, enquanto a maioria mal consegue sobreviver.

Só que quem está a empobrecer na Europa são os países que já eram mais pobres, assim como dentro de cada uma das sociedades europeias são as pessoas mais carenciadas que empobrecem cada vez mais, ao passo que os mais ricos continuam a consumir como se não houvesse amanhã.

Tenho muita pena da miséria da África, do Brasil, de Timor, da China, da Índia...

Mas isso não significa que não lutemos nós, "ricos", por um futuro melhor.

Aqui em Portugal, além das profundas desigualdades sociais que infelizmente nos caracterizam, confrontamo-nos actualmente com outro enorme drama: o desemprego.

O desemprego é uma coisa terrível para quem o sofre e para a respectiva família, por razões económicas, mas também sociais e culturais.

O desemprego jovem é uma tristeza, porque, saída das escolas, a nossa juventude quer emancipar-se, trabalhar e ser útil à sociedade e vê-se forçada a continuar a viver sob o amparo dos pais, sem perspectivas de futuro a curto/médio prazo.

Desgraçadamente, essa juventude não consegue consciencializar-se da grande oportunidade que lhe bate à porta, desperdiçando-a, consequentemente, sem honra nem glória...

Mas o desemprego "sem ser jovem", de homens e mulheres casados e com família, é seguramente uma tristeza e uma tragédia muito maior, especialmente quando atinge as pessoas naquela faixa etária em que são "novas demais para se reformarem, mas velhas demais para arranjarem emprego".

Para o País, que precisa desesperadamente de produzir mais e desperdiça desta forma a sua maior riqueza - as pessoas - é um fracasso completo.

Esta é a realidade vista pelos meus olhos.

Sou talvez pessimista...

publicado por Mário Pereira às 18:26
link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 11 de Junho de 2012

“Iluminados”: mais do que incompetentes, uns ladrões!

Notícia do Expresso:

 “Espanha pagará juros iguais aos de Portugal

Taxa de juro do empréstimo para a banca espanhola será idêntica à exigida a Portugal, Irlanda e Grécia.

A taxa de juro que Espanha terá que pagar pelas tranches iniciais do empréstimo pedido à zona euro para recapitalizar os seus bancos será idêntica à que atualmente é paga por Portugal e Irlanda e deverá rondar os 3%-4%.”

http://expresso.sapo.pt/espanha-pagara-juros-iguais-aos-de-portugal=f732227?commentsort=R#ord

Como é que é a mesma taxa...  Se Portugal paga 4,5%?

A União Europeia ainda não sabe qual vai ser a taxa, mas diz que vai ser entre 3 e 4%.

Ora, entre 3% e 4,5% há uma diferença muito grande, mais propriamente 50%.

Não interessa se a nossa situação não é “bem” igual à da Espanha, o que interessa é que ambos precisamos de resgate e a UE deveria ajudar todos nas mesmas condições.

Já bem basta Portugal ter que pagar quase 35 mil milhões de juros pelos 78 mil milhões da "ajuda".

E entretanto a Alemanha financia-se a um por cento!

Querem-me convencer que isto é justo?

Há até quem diga, para justificar a diferença de juros entre nós e os espanhóis, que é muito mais arriscado emprestar a Estados do que a bancos!

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/resgate-banca-troika-juros-cesar-das-neves-ajuda-externa/1354407-1730.html

Quer dizer: os bancos, a nível mundial, é que nos trouxeram para esta situação, com os empréstimos a torto e a direito, e sem garantias reais, que fizeram.

Depois, para evitar que vão à falência – porque os bancos, ao contrário das empresas “normais”, não podem falir… –, os Estados nacionalizam-nos ou recapitalizam-nos, à custa do contribuinte, e agora é mais arriscado emprestar a Estados do que aos bancos?

Somos todos parvos ou só nos querem fazer?

E depois vêm estes "iluminados", principalmente economistas, mas também jornalistas e políticos, tentar convencer-nos de que somos todos uns grandessíssimos caloteiros e que temos é que pagar e não bufar!

Para nos achincalhar já temos os alemães, não precisamos de o fazer a nós próprios.

Principalmente quando esses “iluminados”, na sua esmagadora maioria, não souberam prever e denunciar publicamente o caminho de desmandos que trilhámos durante anos.

Agora é que falam!

Pois muito obrigado, mas gente que acerta no euromilhões depois do sorteio não só não faz falta como se torna ridícula!

Sinceramente, quanto mais ouço esta gente elogiar o "espírito de sacrifício" dos portugueses, mais aprecio a garra e a insubmissão dos gregos.

Uns mansos é o que os portugueses são!

Porque se não fossem, já tinham acertado o passo a estes "iluminados" que falam de barriga cheia!

Temos o País cheio de gente desta, seja na política, nas empresas ou na Administração Pública.

Ganham (ganham não, recebem…) balúrdios, apesar de serem os verdadeiros responsáveis pelo estado a que chegámos.

Mas pronto, já todos sabemos o que é que vai acontecer nos próximos tempos: uma diminuição dos salários.

É garantido!

Apetecia-me dizer: “eu vou é voltar para a ilha”!

Mas qual? A Madeira?

Chiça!…

publicado por Mário Pereira às 22:59
link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 6 de Junho de 2012

Afirma Passos

No Expresso:

 http://expresso.sapo.pt/portugal-esta-hoje-mais-forte-diz-passos=f730835

 

1. Portugal está hoje mais forte

Hã? Podes repetir?

2. Ao fim de um ano de Governo, os portugueses já não estão perante o abismo

Pois não. Já caíram.

3. A economia beneficia da mudança mais importante dos últimos 50 anos

Ou seja, a maior taxa de desemprego desde que já registos.
É bom para as empresas, que assim dispõem de mão-de-obra abundante e, consequentemente, baratinha.

4. Portugal está muito mais preparado para receber investidores

Sempre a mesma m. dos investidores estrangeiros. Há uma série de anos Portugal teve alguns investidores estrangeiros por causa da sua mão-de-obra barata. Depois apareceram os países de Leste, ainda mais baratos, e os “investidores estrangeiros” foram para lá. Agora o nosso governo está a fazer tudo para os trazer de volta. Como? Baixando os salários, criando uma enorme bolsa de desempregados e retirando em menos de um ano direitos laborais que demoraram décadas a conquistar. Estamos, portanto, a tentar concorrer directamente com a China. Escusado será dizer que ainda não começámos e já perdemos …

5. Vamos iniciar um novo ciclo de investimento

Quando?

6. Portugal poderá recuperar o dinamismo da sua procura interna, assim que tenha realizado o seu ajustamento interno também

Deixa-me adivinhar, daqui a uns três anitos, certo?

7. Portugal está a conquistar progressivamente a confiança dos mercados

Mal Benditos mercados, que com tanta confiança nos estão a fazer o mesmo que o cigano fez ao burro…

8. Os últimos dados estatísticos permitem acreditar que algo está a mudar na direcção de um ciclo de retorno ao investimento e ao crescimento

Estatística: a ciência que diz que se eu comi um frango e tu não comeste nenhum, teremos comido, em média, meio frango cada um.

Estatística: a arte de torturar os números até que eles confessem

9. A mudança em curso é talvez mesmo a mais relevante desde que Portugal integrou a Associação Europeia de Livre Comércio, em 1960

Eu ainda cá não estava nessa altura. O que é que aconteceu? Morreu muita gente de fome?... 

Livre comércio? Com a Alemanha a vender e os outros a comprarem, que raio de comércio é este?

10. Hoje é patente, mesmo para os mais cépticos, que o Governo tem uma ideia clara para a economia portuguesa, que passa por mais democracia económica e diversificação nos mercados

O governo tem o quê? Ah, sim? E qual é? Dar cabo do resto? Pois, só se for… Misturar na mesma frase palavras como “democracia” e “mercados”, só pode ser para a gente se rir um bocado…

11. As reformas estruturais estão num caminho correcto em Portugal

Quais? A viver à custa do Estado, entre activos, desempregados e reformados, já são mais de cinco milhões. Empresas (e empregados), cada vez há menos. A Saúde, até há pouco tempo a única coisa em que conseguíamos pedir meças aos países mais avançados, caminha para o desastre. Ah! Já percebi, Cavaco disse, a propósito dos funcionários públicos: “Só nos resta esperar que acabem por morrer.” Estamos portanto a acelerar um bocadinho as coisas, não é verdade?

12. Reformas no caminho certo no mercado laboral, na mobilidade de pessoas e bens, proporcionadas com as reformas que estão também a emergir do arrendamento habitacional, na gradual eliminação dos tradicionais défices da economia portuguesa, como por exemplo na área energética e dos transportes, nos contratos de concessões, na reforma do mapa judicial e nos códigos de justiça, na reforma autárquica, na eliminação das barreiras ao investimento, na eliminação ou redução de custos de contexto, como é o exemplo do 'licenciamento zero', na reestruturação das empresas públicas, principalmente no sector dos transportes, na exigência de mais concorrência no mercado, entre muitas outras matérias

Ufa! Tens a certeza que fizeste isto tudo? Como dizia o outro, “modéstia à parte”. Ó povo ingrato…

13. É indiscutível o êxito do processo de privatizações

Pelo menos para quem compra. Quanto ao País, o défice continua a aumentar…

14. Elogio à grande capacidade de resistência dos portugueses

Como disse acima, somos como o burro do cigano…

15. Têm suportado, em nome do interesse nacional e de uma esperança no futuro, grandes sacrifícios…

Em nome do interesse nacional, não é? A tua sorte é que o povo é sereno…
16. … Como o fazem os nossos desempregados

Mau! Então mas o desemprego não era uma oportunidade para se mudar de vida?

17. A zona euro atravessa um momento crucial, os próximos três meses serão decisivos

Ainda três meses disto? Olha o burro do cigano…

publicado por Mário Pereira às 00:05
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 5 de Junho de 2012

Para quem dizia que ia ficar tudo na mesma...

... Afinal, como vêem, não fica:
Maria José Oliveira despediu-se do "Público"
http://expresso.sapo.pt/maria-jose-oliveira-despediu-se-do-publico=f730820

 

Assim é que é, estas coisas têm que ter consequências, 'tamos a brincar ou quê?
Não se chama assim ALDRABÃO a um ministro impunemente, caraças!
Se isto não significa uma assunção de culpa, significa o quê?
O quê? 
É sempre a mesma merda, quem se lixa é o mexilhão? 
Mas o que é que queriam? 
Parece que a gaja andava enrolada com um deputado da oposição, ou lá o que era, 'tá-se mesmo a ver que isto foi tudo orquestrado para lixar o senhor ministro Relvas...
Pois... não fazem nem deixam fazer...
Ouçam bem, seus xuxalistas e comunas e esquerdalhas e outros que tais:
DEIXEM-NOS TRABALHAR!
O excelentíssimo senhor doutor Miguel-Saiu-Lhe-O-Diploma-Na-Farinha-Amparo- Picareta-Falante-Mente-Com-Quantos-Dentes-Tem-Na-Boca-Relvas é um grande ministro, pá!
Por isso é que querem correr com ele, porque sabem que ele é INDISPENSÁVEL para fazer as reformas necessárias para colocar novamente o nosso País no caminho da PROSPERIDADE!
Vão ver (os que lá chegarem) se daqui por três anitos isto não está tudo nos eixos.
Agora têm que parar com estas intrigas e aldrabices e vigarices.
Que diabo, o que é que o ministro tem que ver com as ditas cujas do Silva "Bond" Carvalho? 
Esse gajo até foi nomeado pelo Sócrates... 
Se calhar, bem investigadas as coisas, ainda se vai descobrir que ele também andou metido no Freeport...
O ministro Relvas apenas bebeu um cafezinho com ele...
E trocou uns SMSzitos por cortesia.
Pronto, saiu a jornalistazeca e saiu o adjunto do ministro, que também se tinha armado aos cucos (ó Adelino, tem lá paciência, deixa esta gaita arrefecer que a gente arranja-te qualquer coisa...).
Vamos lá mas é esquecer isto e trabalhar com força.
Aliás, Sua Excelência nunca tinha - apesar de toda esta conspiração contra si - parado de trabalhar, com toda a sua energia, em prol da Pátria, que tanto precisa de quem a tire do buraco em que a meteu o Sócrates.
Pois.
publicado por Mário Pereira às 00:34
link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 4 de Junho de 2012

O António Borges ganha 225 mil e paga zero de impostos*

Eu adoro bicharada.

Tanto, que faço minha a célebre frase de Alexandre Herculano:

"Quanto mais conheço os homens, mais estimo os animais".

O único animal à face da Terra capaz de morrer tanto de fartura como de fome é o Homem (não o mesmo homem, claro).

Em todas as outras espécies, havendo comida disponível e saúde, nenhum animal passa fome. Muito menos algum morre de fartura.

Porque, ao contrário do Homem, um animal apenas necessita de ter a comida indispensável para viver.

O Homem, não.

Tem "ambição".

Quer sempre mais, nunca está satisfeito com o que tem.

Há quem diga que há dois tipos de pessoas:

As ambiciosas e as invejosas.

As ambiciosas são as que alcançam a riqueza.

As invejosas são as outras.

Portugal é um País de invejosos…

Há dois tipos de ambiciosos:

1. Aqueles que alcançam a riqueza em consequência de a terem criado também para a sociedade;

2. Os outros.

Os primeiros enriquecem a sociedade.

Os segundos empobrecem-na.

Estes são, sempre foram e, pelos vistos, vão continuar a ser claramente dominantes neste desgraçado País.

São excelentes (excelentíssimos...), mas nunca criaram um tostão de riqueza que fosse.

Por exemplo, os economistas: temo-los para aí às dúzias, quase todos ostentando currículos impressionantes, com mestrados, doutoramentos, MBA, e muitos até já com livros publicados (que provavelmente ninguém leu).

Contam-se pelos dedos os que alguma vez na vida foram capazes de criar uma simples empresa.

Muito menos uma empresa capaz de fabricar um produto daqueles que se exportam ou que substituem importações, criando de caminho uma série de empregos qualificados e bem remunerados.

E muitíssimo menos uma daquelas que aparecem destacadas nos "rankings" de satisfação dos trabalhadores.

Economistas “excelentíssimos” desses há poucos, muito poucos.

Mas economistas que, antes de ostentarem os tais currículos impressionantes, no início das suas carreiras, começaram por se filiar num partido político, preferencialmente num dos do "arco do poder", desses há por cá muitos.

Alguns andaram uns anos pelo Parlamento, outros “esbanjaram” o seu saber nas Universidade, até que algum iluminado se lembrou de os chamar a tarefas governativas.

No desempenho dessas tarefas queixam-se muito de que ganham pouco e que só lá estão por amor à nação.

No final das respectivas comissões – e apesar de serem normalmente rotulados de incompetentes – arranjam sempre um tacho são invariavelmente chamados a desempenhar cargos importantes e (agora sim!) muitíssimo bem remunerados, em empresas públicas ou privadas.

É injusto dizer isto dos economistas, dirão alguns.

Até porque os advogados são os que têm pior fama, com as suas leis feitas à medida para safar clientes cheios da massa.

Então e os gestores, tanto os que gerem as empresas públicas, como os das privadas que fazem parcerias com o Estado?

E os engenheiros (incluindo os que acabam os cursos ao domingo)?

E os de Relações Internacionais?

E os…

E entretanto o País continua a empobrecer,  a austeridade a aumentar, a Educação, que já não era grande coisa, a piorar, a Saúde, que até era das poucas coisas que nos permitiam ombrear com os países mais avançados, a piorar, a Justiça (Ah! Ah! Ah!), na mesma, que não se pode cair mais quando já se bateu no fundo, e esta cambada dos BPNs e dos BPPs e dos Freeports e das PPPs a enriquecer…

Gosto tanto da bicharada…

 

*É esta a "sumidade" que defende que reduzir salários "é uma urgência"...

 

publicado por Mário Pereira às 23:37
link do post | comentar | favorito

.pesquisar

 

.Maio 2015

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

10
11
12
13
14
15
16

17
18
19
20
21
22
23

24
25
26
27
28
29
30

31


.posts recentes

. A culpa é dos pilotos. E ...

. Há poucos médicos. Porque...

. Vão trabalhar, malandros!

. Apetecia-me atirar o Maga...

. Nasci refugiado

. A triste natureza humana

. Estamos entregues às mafi...

. Aprender ou não a lição, ...

. Cristiano, Bento e Jardim...

. (Des)humanidades...

.arquivos

. Maio 2015

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

.tags

. todas as tags

blogs SAPO

.subscrever feeds